Como o TAROT entrou na minha vida

Desde que me conheço por gente sou fascinada pelo mundo holístico, suas energias invisíveis, seus símbolos e sabedorias ancestrais. São conexões e práticas que vão muito além do concreto racional em que nos enredamos (e perdemos) todos os dias.

Oráculos, astrologia, numerologia, terapias alternativas e uma infinidade de outras ferramentas sempre brilharam meus olhos. Mas, lá no fundinho, também sempre me deixavam com um pé atrás. “Será que isso funciona mesmo?” (confessa: você já fez essa pergunta também!)

O TAROT foi o que abriu a porta do {CONFIAR} pra mim e conseguiu, na prática, mostrar que esse invisível pode – sim – nos ajudar muito. Em 2018 comprei meu próprio deck (baralho) e passei a estudar as cartas mais a fundo, utilizando-as no meu dia-a-dia. A partir daí, meu entendimento e visão a respeito mudaram.

O tarot não é um guru (quem trabalha com ele também não), não é ligado à religião, não é terapia, nem adivinhação. O tarot, na minha visão, é uma FERRAMENTA DE AUTOCONHECIMENTO, que pode ajudar a trazer clareza e maior entendimento sobre fatos, sentimentos, dúvidas que vira e mexe aparecem na nossa vida. As cartas usam uma linguagem simbólica – ARQUÉTIPOS – que falam do nosso inconsciente pessoal e coletivo (segundo Freud, o ser humano funciona cerca de 10% no consciente e 90% no inconsciente. E Jung, aluno de Freud, foi profundo estudioso dos arquétipos e usava o tarot como instrumento terapêutico).

No inconsciente moram nossas energias psíquicas – todos os pensamentos e sentimentos que experimentamos ao longo da vida, e com o tempo esquecemos ou enterramos. A partir dessas energias criamos crenças, bloqueios, medos, culpas e um sem fim de distorções que vão enrolando nosso caminhar ao longo da vida. Com o tarot conseguimos “ler” essas energias inconscientes, criando uma ponte de entendimento: compreender melhor o que acontece fora a partir do que estamos sentindo e vivendo dentro. Porque tudo sempre diz respeito a nós.

Tudo que acontece na nossa vida é sempre resultado de um comando que parte de dentro, mesmo que não tenhamos consciência disso. Por isso nosso livre arbítrio é soberano. Ou deveria ser. O que geralmente ninguém conta é que ele é acionado de várias formas e a mais poderosa delas vem das emoções, que dão o comando sem consulta prévia. Sentiu, atraiu. Para o bem e para o mal.

O tarot, nessas horas em que nos perdemos de nós mesmos e do que realmente queremos para nossa vida, pode ser um grande aliado. Se faz sentido pra você e quiser ajuda, chama para conversar.

Hoje tive um sonho

Foi de manhã, pouco antes de acordar.

Normalmente não lembro dos meus sonhos. Quando lembro, costumam ser esses que acontecem de manhãzinha.

Esse foi especial. Lindo. Profundo. Tomei como uma inclusão dentro do meu sistema familiar. Tive vontade de compartilhar porque sinto que é esse o processo no qual estamos mergulhados: uma grande inclusão coletiva. Estamos sendo chamados a (re)incluir muitas coisas na nossa vida: a mãe terra e todas as formas de vida que nela coexistem; o outro e tudo que ele representa pra nós; nossas dores; nosso amores; nossas reais necessidades e desejos; a reconexão com nossa forma própria e única de expressão na vida; a autorresponsabilidade sobre a condução da nossa vida.

Voltando ao sonho. Estávamos em muitos dentro de uma van. Todos da família do meu Pai. Junto com a gente havia uma menina. Muito pequena, magrinha, frágil, de cor um pouco mais escura que a nossa (somos de origem germânica). Lembro de tê-la sentada no meu colo, debaixo de vários cobertores. Estava frio e precisávamos todos nos manter aquecidos. Ela estava só de vestidinho curto, sapatinhos e meia branca, como uma boneca. Não nos conhecíamos até ali, nem ela a nós, nem nós a ela. Havíamos recém descoberto que ela existia e vice-versa. O sentimento naquele momento era de que a estávamos incluindo na família. Com ela no meu colo tratei de apresentar a todos: meu pai, que apresentei como avô dela; meu avô e minha avó, a quem apresentei como os bisos; cada um dos irmãos do meu pai, que apresentei como irmãos do vô; além de uma tia-avó. Não sentia a menina como minha filha, mas sentia que precisava muito cuidá-la e amá-la.

O lindo e emocionante do sonho foi a maneira como ela foi recebida. Estavam todos muito bem e felizes, conversando animadamente (é uma família muito falante…rsrsrs). Ela era levada de colo em colo e, de cada um deles, recebia um caloroso abraço e muitas palavras de carinho. Cada abraço parecia fazer ela sumir de tão pequenininha, mas ela retribuía a todos com um sorriso tão generoso e iluminado que quase não cabia num rostinho tão pequeno. E todo abraço ela retribuía com outro, tão cheio de amor que derretia o coração de todos ao redor. Todos a receberam com muita alegria. E ela retribui distribuindo luz e amorosidade. Foi tratada com extremo cuidado e atenção enquanto passava de colo em colo, de tão pequena e frágil que parecia. Mas a força e a grandeza que emanava eram surpreendentes. Puro acolhimento e amor.

Terminei o sonho trazendo-a de volta pra mim e recolocando ela debaixo do cobertor, para que pudesse se reaquecer. Não sei ao certo o que ou a quem resgatamos e incluímos, mas foi feito. Revivi a emoção em vários momentos da manhã. Transbordou em lágrimas de gratidão, amor, alívio, expansão, serenidade… por ela, por mim, por todos que vieram antes de mim e fazem parte desse laço de sangue.

Sinto que um elo se refez. Algo se cumpriu e um círculo se fechou. Estamos todos acolhidos, reconhecidos, amparados. Podemos seguir, cada um no seu caminhar.

Gratidão pequena linda! Você vai junto comigo, no meu coração. Te vejo, te acolho, te reconheço e te amo. Vamos juntas, daqui para a vida.

Amém!

Sobre plantios e colheitas

1o. de Abril. 2020. 4a feira.

Pelo tzolkin (contagem de tempo Maia), Noite elétrica azul. Onda encantada do Dragão Magnético.

Lua Crescente. Outono.

Acabei de ler um texto inspirador no Facebook da Helena Iguarias Artesanais. Falava de colheitas. E do caráter inevitável que elas têm (elas sempre vêm, a gente querendo ou não). No caso deles, chuchu, amor e saudades. O chuchu, presente da mãe natureza. O amor e as saudades, resultados de valiosos relacionamentos construídos com clientes e amigos, que se mantêm vivos apesar do isolamento físico, só esperando as trocas virtuais poderem se tornar físicas de novo.

Lindo o aprendizado que o tempo, os ciclos da vida, e também os nossos movimentos, nos trazem. Estamos em tempos de colheita e finalizações (outono), e ao mesmo tempo em renovações e recomeços (novo ano astrológico, nova estação do ano, novo ciclo do tzolkin…). Tudo tendo que ser vivido em reclusão. Como se o universo nos sentasse na cadeirinha de pensar: “queridx, hora de parar a bagunça e arrumar a confusão que vc fez. Senão, amanhã a brincadeira não pode continuar.”

No final do texto a Anna e o Rafa deixaram uma questão: “queremos saber o que vcs também estão colhendo.” Fez retomar reflexões sobre o que eu tenho colhido, não só como resultado do confinamento, mas também de recentes escolhas de vida. Como todo mundo, já passei por colheitas bem ruins. E outras muito abundantes. Mas é recente isso de parar pra observar e avaliar (a idade ajuda… rsrsrsrs). Não aprendemos isso na prática. Nem sequer percebemos o valor que isso tem. Se existisse esse hábito, nossas colheitas talvez nos deixassem mais felizes. Especialmente num momento como esse, em que a vida decide que uma lição coletiva precisa ser aprendida: viver apenas com nós mesmos e os que (em teoria) mais amamos. Repetindo a Anna e o Rafa de novo: não tem pra onde correr: a colheita da vida é inevitável. O que plantamos, vamos colher.

Percebo o quanto minhas colheitas podem melhorar (sempre podem), mas preciso reconhecer o quanto estão também me fazendo feliz. E o quanto preciso agradecer por isso!

Mudanças nos critérios de avaliação têm produzido grandes efeitos na hora de fazer os plantios. Tenho escolhido com mais cuidado as sementes que quero plantar, pensando no que eu quero (de verdade) que cresça no meu jardim. Claro que isso não garante os resultados. Cada escolha traz junto seus desafios. O que importa é que vejo crescimento e evolução. O que tenho colhido me alimenta, me nutre e tem deixado meu coração mais feliz. O que me diz que o sistema tem funcionado bem. Por hora seguimos assim.

P.S.: obrigada Anna e Rafa pela inspiração.

#gentequemeinspira e pode te inspirar também

Faz tempo que quero compartilhar alguns perfis de pessoas que sigo nas redes sociais. Pessoas / empreendimentos que considero f**ásticos. Até comecei uma ou duas vezes o post, mas nunca finalizei. Agora é a hora. Aliás, melhor hora não há né!

A lista é grande, mas vou começar com seis. É um mix de gente do bem. E o que me inspira neles é também o que conecta a todos a um ponto comum: o valor que entregam pra mim. Falo de viver a vida a partir da própria verdade, do que faz sentido porque vem de dentro, do amor próprio, do amor pela vida, com autenticidade, vulnerabilidade e coragem.

Não fiz a lista como ranking. Não existe um mais que o outro, porque deste lugar onde eu os vejo estão todos sintonizados na mesma energia, entregando (com muita generosidade) o que pra eles é valor de vida também. Me identifico. Gosto de pensar que vibro na mesma energia. A intenção pelo menos é essa.

Espero que faça sentido e que possa, de alguma forma, te trazer inspiração também. Boa exploração.

Paula Quintão – Sigo a Paula a um tempão e tudo que ela traz sempre fez muito sentido pra mim. Ressoa profundo na minha maneira de ver e viver a vida. Ela fala de empreendedorismo e marketing consciente; mentoria de negócios e de vida a partir de uma conexão com a nossa própria verdade, em harmonia com as leis sistêmicas do universo e os ciclos que regem a natureza e a vida.

Rafa Cappai – Rafa é a comandante da Espaçonave . Expert em viver com e a partir de criatividade, autenticidade, empreendedorismo criativo, empreendedorismo e marketing autênticos, transformar seus dons e inspirações em negócio. De um lugar de muita espontaneidade, sem medo de ser feliz.

Letícia Mello – Letícia, a viajante rebelde, exploradora do mundo, questionadora. Mas é bem mais que isso. É sobre viver a vida a partir da sua verdade e da sua essência, com liberdade de ser quem você é, questionando o que o mundo impõe como regras e padronizações.

Vida Organizada / Thais Godinho – o pano de fundo é organização de vida, mas a Thaís vai mais longe e mais fundo – produtividade, rotina de vida com sentido e amorosidade, budismo, Ayurveda, veganismo… tudo de um lugar de quem vive o que fala, sem medo de se mostrar vulnerável nem mudar de opinião.

Gustavo Tanaka – Tanaka é pura inspiração e sensibilidade. Uma alma muito sábia que veio pra trazer paz, alento e, com uma simplicidade poética, alimentar nosso coração com percepções profundas sobre novas realidades que estão surgindo.

Carlos Cassau – Cadu é viajante e nômade digital. Ensina inclusive a como viver dessa forma. Mas o que me inspira nele não é isso. O inspirador é a maneira como ele vive essa vida: com simplicidade, muita verdade, através do autoconhecimento, seguindo o coração, confiando na vida e no universo. Um conteúdo muito generoso e valioso.

TAROT – uma conversa com o universo


Desde que me conheço por gente sou fascinada pelo mundo holístico, suas energias invisíveis, seus símbolos e sabedorias ancestrais. São conexões e práticas que vão muito além do concreto racional em que nos enredamos (e perdemos) todos os dias.

Oráculos, astrologia, numerologia, terapias alternativas e uma infinidade de outras ferramentas sempre brilharam meus olhos. Mas, lá no fundinho, também sempre me deixavam com um pé atrás. “Será que isso funciona mesmo?” (confessa: você já fez essa pergunta também!)

O TAROT foi o que abriu a porta do {CONFIAR} pra mim e conseguiu, na prática, mostrar que esse invisível pode – sim – nos ajudar muito. Há pouco mais de um ano comprei meu próprio deck (baralho) e passei a estudar as cartas mais a fundo, utilizando-as no meu dia-a-dia. A partir daí meu entendimento e visão a respeito mudaram.


O tarot não é um guru (quem trabalha com ele também não), não é ligado à religião, não é terapia, nem adivinhação. O tarot, na minha visão, é uma FERRAMENTA DE AUTOCONHECIMENTO, que pode ajudar a trazer clareza e maior entendimento sobre fatos, sentimentos, dúvidas que vira e mexe aparecem na nossa vida. As cartas usam uma linguagem simbólica – ARQUÉTIPOS – que falam do nosso inconsciente pessoal e coletivo (segundo Freud, o ser humano funciona cerca de 10% no consciente e 90% no inconsciente. E Jung, aluno de Freud, foi profundo estudioso dos arquétipos e usava o tarot como instrumento terapêutico).


No inconsciente moram nossas energias psíquicas – todos os pensamentos e sentimentos que experimentamos ao longo da vida, e com o tempo esquecemos ou enterramos. A partir dessas energias criamos crenças, bloqueios, medos, culpas e um sem fim de distorções que vão enrolando nosso caminhar ao longo da vida. Com o tarot conseguimos “ler” essas energias inconscientes, criando uma ponte de entendimento: compreender melhor o que acontece fora a partir do que estamos sentindo e vivendo dentro. Porque tudo sempre diz respeito a nós.

Tudo que acontece na nossa vida é sempre resultado de um comando que parte de dentro, mesmo que não tenhamos consciência disso. Por isso nosso livre arbítrio é soberano. OU deveria ser. O que geralmente ninguém conta é que ele é acionado de várias formas e a mais poderosa delas vem das emoções, que dão o comando sem consulta prévia. Sentiu, atraiu, para o bem e para o mal.

O tarot, nessas horas em que nos perdemos de nós mesmos e do que realmente queremos para nossa vida, pode ser um grande aliado. Se faz sentido pra você e quiser ajuda, chama para conversar.

COMO FUNCIONA:

  • As sessões acontecem com agendamento prévio e podem ser
    • PRESENCIAL – em Nova Petrópolis – Viver Leve Espaço de Yoga e Terapis
    • ou ONLINE – de forma a combinar.
  • VALOR: R$ 95,00 (atendimento online com depósito prévio).
  • AGENDAMENTO pelo whattsapp – (54) 98126.6169.
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