o Ano Novo Astrológico e a história de um GUERREIRO do FUTURO

  • um NOVO ANO funciona como o novo capítulo de uma história: às vezes conta mais do mesmo – e repete tramas; às vezes toma novos rumos e constrói um enredo bem diferente… mas sempre começa com um leque de possibilidades e expectativas.
  • essa história conta de um GUERREIRO que renasce há milênios, junto com o Ano Astrológico e o Equinócio.
  • em todo renascimento traz consigo um roteiro pré escrito da nova vida – um mapa com temáticas e pontos focais. Mas com liberdade de explorar várias formas de SER e construir sua história.
  • o que segue é uma possibilidade que eu vejo para o Guerreiro do capítulo de 2022.
  • ele nasce na fase CHEIA da LUNAÇÃO DE PEIXES, transbordando das águas compassivas que dissolvem formas e nos fazem todos UM.
  • seu poder: ser um MENSAGEIRO da ARTE e da CURA, cuja missão é SEMEAR, durante seu ano de vida, as bases de uma nova ordem planetária, alicerçada em (auto) conhecimento, cuidado (consigo, com o outro e com o planeta) e espiritualidade.
  • pra dar conta da missão, precisa tomar CONTORNO, INDIVIDUALIZAR e assumir sua AUTENTICIDADE – como um Ser capaz de cultivar uma realidade totalmente diferente das inúmeras que já viu e viveu.
  • secar suas Águas com o Fogo do espírito, INSPIRAR o Ar que permite caminhar sobre a Terra, buscando equilíbrio, ordem, integridade e tbm evolução do seu Ser físico e sutil.
  • ele vem do futuro, a serviço de uma Ordem Maior, que trabalha pra evoluir a Vida na Terra.
  • a intenção: sair do modo sobrevivência – medo – combate – doença para um modo arte – harmonia – consciência – liberdade – saúde… um modo que sustenta abundância e não escassez.
  • assim, comanda e guia – sendo ele o primeiro a EXPERIMENTAR a nova realidade que veio construir.
  • mas seu propósito não é o poder e sim MOTIVAR e ENSINAR.
  • tornar-se sábio e LÍDER DE SI MESMO, através do que aprende no cultivo das sementes que trouxe como missão – uma Vida mais livre, consciente, prazerosa e sustentável – mostrando a quem o ouve como fazer o mesmo.
  • seu grande dom é AGIR, aliando mente e coração.
  • as ferramentas são a inteligência, a coragem e a COMUNICAÇÃO que, muito mais que falar, é sobre OUVIR – seu próprio instinto, corpo e intuição; seu Eu Superior e a Ordem Maior à qual serve; os sonhos que moram no coração; e a todos que chegam como parceiros de jornada, ressoando na mesma energia e vibração.

. . . OS DESAFIOS . . .

  • sempre que nasce, o Guerreiro fica submetido ao FLUXO e à ORDEM NATURAL da Vida aqui na Terra.
  • tudo aqui tem um TEMPO, é CÍCLICO, PASSAGEIRO e se manifesta – NASCE – de forma espelhada, conforme o padrão vibratório e o uso de seu livre arbítrio.
  • e tudo que se manifesta vem de algum lugar – ENTRA e é NUTRIDO antes de nascer.
  • é nesse entendimento que mora uma GRANDE CHAVE – a qualidade do que nasce é diretamente ligada à qualidade da sua nutrição.
  • e esse é o DESAFIO do Guerreiro pra 2022 – PRESTAR ATENÇÃO por onde anda, ao que/ quem se conecta e aos sentimentos que o atravessam.
  • criando CONSCIÊNCIA de que tudo e todos VIBRAM energia e “entram” – NUTREM – seu Ser de alguma forma
  • e essa vibração é que vai determinar o quanto e como será capaz de chegar onde quer.

. . . O QUE PODE AJUDAR . . .

  • OBSERVAR e CONHECER A SI é o começo de tudo.
  • e o melhor jeito de se conhecer é EXPERIMENTAR (os mapas que trouxe no nascimento tbm podem ajudar muito).
  • lembrar sempre de que não está só e aprender a EXPRESSAR o que sente e precisa é fundamental.
  • pedir ajuda não é fraqueza e FRACASSO NÃO EXISTE – tudo vira EXPERIÊNCIA e o “erro” é o melhor professor que há.
  • ele leva a usar a coragem pra fazer as perguntas que precisam ser feitas:
  • “POR QUE MESMO ESTOU LUTANDO POR ISSO? Por que mesmo é tão importante chegar lá? O valor que isso ainda representa é suficiente pra continuar?”
  • ao longo da jornada o Guerreiro passará por muitas “mortes” até alcançar o que deseja e as respostas, com certeza, vão mudar.
  • e esse é o maior objetivo por trás de toda jornada – TRANSFORMAR-SE na melhor versão que ele consegue ser.

o Guerreiro que me habita saúda o seu!

Que seja um lindo ano pra nós!

É tempo de quê? – 13.12.21 – hora de parar de culpar o medo e botar a mão na massa

A lunação de Sagitário sempre traz tempos de mudança. Tempos de EXPANSÃO. Sagitário traz o fogo mutável que nos leva da Primavera para o Verão (que chega na próxima semana). É quando subimos de nível: a Semente que rompeu pra vida e encontrou o mundo descobre que existe muito mais para além de seus limites e que, se quiser, pode ir ao infinito… e além.

Hoje (13/12) somos a Semente que, junto com a Lua em Áries, cresce a consiência da sua força e capacidade. Sabe que pode muito mais e que está aqui a serviço desse Mais. A Vida lhe deu esse poder. E, mesmo que não saiba até onde é capaz de ir, simplemene segue, rumo à conquista das alturas.

Mas subir exige ser capaz de sustentar o “vôo”. A base precisa estar firme, sólida e, ao mesmo tempo, flexível e adaptável. Ou, em um piscar de olhos, tudo quebra e desmorona. E o tombo pode – DE NOVO – ser feio.

E assim, quanto mais perto chegamos do topo, mais nos aproximamos dos nossos maiores medos.


E se eu não der conta? Não sustentar? Não merecer? Errar e fracassar? Conquistar e botar tudo a perder?


Todos já vimos esse filme, mais de uma vez. É o roteiro de vida, a humanidade que nos habita.

O que esquecemos é que essa humanidade é também nossa maior força. Porque, em tese, somos capazes de aprender com os nossos tombos. Deixar o medo e o que entendemos por “fracasso” nos dizer onde precisamos “ganhar músculos” e também onde precisamos mudar a estratégia


Inicamos hoje também (13/12) a Lua Rítmica (mês 6) do Ano da Semente Elétrica Amarela (kin 224). 4 semanas regidas pela Mão Rítmica Azul (kin 227).

Amanhã (14/12) entraremos na Onda Encantada da Serpente Vermelha e seus 10 dias portais. Uma troca de pele necessária e inevitável pra regenerar nossa força vital.

Sábado – 19/12 – teremos a lua cheia acontecendo em Gêmeos, oposto complementar de Sagitário, que rege essa lunação. Nesse mesmo dia, Vênus – em conjunção com Plutão – inicia sua retrogradação em Capricórnio, onde está também Mercúrio – regente de Gêmeos – acompanhando de perto tudo que virá à tona depois desse encontro.


É tempo de parar de usar o medo como desculpa e botar a mão na massa. Estudar meios de equilibrar ritmo e constância nessa nova etapa do crescer. Mas é preciso uma mudança profunda na forma de fazer isso.

Antes de avançar é preciso dar vários passos atrás e rever o que aprendemos sobre ser gente grande.


VALOR E AUTORRESPONSABILIDADE são as PALAVRAS-CHAVE nessa etapa do jogo. É preciso transformar experiência em sabedoria e escolher com mais consciência e responsabilidade a qualidade do “material” que vai nutrir e sustentar nosso crescimento.

Imagine o número 8 (o símbolo do infinito de pé): na parte mais alta estãos os frutos – tudo que você está colhendo hoje a partir dos valores que usou pra alicerçar a base da sua vida. Pois se os frutos não estão conseguindo nutrir a base com força e segurança, deixando você/ a mim com medo de crescer, só existe um caminho: descer até lá embaixo e rever o começo de tudo.

Material de baixo valor nutritivo constrói um corpo – e uma vida – frágil. Um corpo frágil não dá conta de sustentar crescimento e expansão. Estenda essa percepção para todos os níveis da sua vida.

Então, as questões que realmente importam essa semana:

  • o que realmente te nutre – o corpo, a mente, a alma, o coração?
  • o que realmente te empolga e te deixa com a energia a mil?
  • onde, em que e em quem você realmente vê valor?
  • você está pautando suas escolhas de vida nesses valores? Ou está usando valores de outros como base só pra ter alguém pra responabilizar depois?

A Vida vai cobrar essa revisão. Então, quanto antes nos olharmos no espelho e admitirmos a verdade, mais cedo vamos conseguir mudar de atitude. E mais cedo vamos colher resultados que realmente farão sentido pra cada um de nós.


Eu sou Lu Raimann e esse é meu Viver e Contar.

beijos e até mais.

É tempo de quê? – 06.12.21- amadurecer e evoluir nossa forma de fazer escolhas

06.12.21 – Iniciamos a última semana do mês cinco (Lua Harmônica) dentro do Sincronário das 13 Luas, regido pelo Enlaçador de Mundos Harmônico Branco (kin 226), que trouxe quatro semanas pra olharmos pra todas as nossas estruturas de vida que já não funcionam mais direito, especialmente as internas. Tudo que está velho, obsoleto, quebrado, enferrujado, corroído e precisa ser substituído ou, no mínimo, reformado. A lunação e as ondas encantadas anteriores reforçaram isso ainda mais. Essa semana é a amarela: AMADURECE, colhe e ENCERRA ciclos. O kin que abre a semana é a Terra Rítmica Vermelha (kin 97), que ajuda o Humano Magnético Amarelo a organizar a vida trazendo consciência do que precisa EVOLUIR (pra que ele pare de ficar rodando feito pião, sem sair do lugar). A lua nova está em Capricórnio e domingo encerra o mês/ Lua já na fase crescente, em Áries. É o terreno sendo preparado para que o novo encontre lugar pra nascer e espaço pra desenvolver todo seu potencial.


Traduzindo tudo isso:

Estamos prontos, em algum nível, pra dar o próximo passo.

O passo em que ativamos nosso poder interno de RENDIÇÃO, nos colocando em igualdade diante do outro e como pequenos diante da Vida. E isso ativa junto um novo modo de utilizar nosso livre arbítrio.

Estamos prontos pra ACEITAR QUE PRECISAMOS MUDAR.

Precisamos nos despedir de partes nossas que não contribuem mais com a evolução da Vida – a nossa e a do Planeta. O foco vai para os VALORES (alicerces) que usamos para estruturar nossa forma de pensar – e tomar decisões – e a realidade que construímos a partir disso.

Vamos de metáfora.

É como se a Terra (nós) de repente se abrisse em vários pontos da sua crosta, deixando à mostra seu lugar mais PROFUNDO e SENSÍVEL – o CORAÇÃO (o nosso) – pra COMPARTILHAR toda LUZ e AMOR que existe nele. Porque tudo que emana dali é o reflexo de Deus em nós.

Só que acessar esse lugar tão lindo e poderoso talvez ponha abaixo boa parte do que foi construído na superfície, já que enormes estruturas de “terra, água, ar e fogo” precisam ser movidas pra isso.

Mas pra que mexer em algo tão profundo e caótico então?

Porque o que está por baixo, por dentro, é o que de mais valioso existe. As profundezas guardam o que realmente nos importa, nos move e nos preenche a alma.

Sim, deixar nosso coração assim tão exposto nos deixa vulneráveis e com medo. Por isso construímos tantos camadas e escudos – é proteção.

Mas talvez esse seja o momento em que nossa CORAGEM está no ponto certo pra promover essa abertura. Aquele ponto em que, mesmo apavorados, a gente se rende e para de resistir à Vida querendo evoluir.

Já se perguntou o que seu coração realmente busca?

Pois pergunte! E dê tempo pra resposta chegar. Ela é mais simples do que parece, mas pode estar cimentada embaixo de tudo que foi construído em cima.

Quebre algumas camadas e deixe seu coração encontrar lugar pra emergir. Ele sabe exatamente o que te faz feliz e preenche seu Ser. E esse é o lugar de onde todas as nossas escolhas sempre deveriam partir.


Eu sou Lu Raimann e esse é o meu Viver e Contar.

bjos e ótima semana pra nós!

Choque de realidade

E se todas as suas vontades fossem atendidas nesse exato momento?

Se todas as suas dores, reclamações, necessidades e desejos fossem resolvidos?

Se a sua tão almejada liberdade e aquele tão sonhado sonho virassem realidade, aqui e agora?

Faça esse exercício! Imagine-se, teletransporte-se para essa realidade, mesmo que “só” imaginária por enquanto.

Qual é a sensação?
Nesse cenário você não tem mais tristeza, dor, angústia, falta, nem necessidade. Tudo foi suprido, atendido, resolvido, curado.

VOCÊ É E ESTÁ LIVRE!

Pode, enfim, VIVER!

Ir pra onde sempre quis, fazer o que sempre desejou, viver como sempre sonhou.

Como isso te parece?

Como é VIVER / SER LIVRE, em todos os sentidos e possibilidades que isso pode abranger?

O que – DE FATO – eu/você faríamos com toda essa liberdade, todo esse recurso e possibilidades?

Pare um pouco e absorva o que isso significa…


Confessa!

Assim como eu, você não faria e nem iria atrás de metade do que está na sua lista de exigências e reclamações de hoje. Boa parte do que está nesta lista perderia a importância, simplesmente porque estaria ali, ao seu alcance.

Tudo isso de que você, eu, tanto nos queixamos que dói, pode ser uma dor sim.  

Mas qual é a verdade por trás dessa dor? Quem realmente é o responsável por ela? Onde está o começo de tudo?

É mesmo aquilo/aquele/aquela que você elegeu como culpado? Ou é você usando “a mão” da situação ou do outro pra ferir a si mesmx e, com isso, ganhar a atenção que tanto precisa?


Precisamos tanto ser vistos, reconhecidos e amados, como especiais e únicos, que arrumamos mil artimanhas e artifícios pra conseguir isso. Mas assumir a autoria – a responsabilidade – sobre o ato, não é uma delas. Assumir a verdade por trás do que ansiamos tanto, quase nunca é uma opção.

Talvez porque seja difícil olhar-nos com verdade e encarar que somos só mais um grão na areia da praia. Que não somos a última bolachinha do pacote, porque o pacote nem existe. Ninguém é a última. E todos somos.

Estamos todos na mesma praia, com exatamente as mesmas dores, necessidades e carências. Como nos sentimos “não vistos”, começamos a disputar espaço no grito. O que não resolve nada, só cria uma confusão sem tamanho.


Mas como resolver então?

Se a resposta fosse simples, seríamos uma raça mais feliz e evoluída.

Aliás, acho que a resposta até é simples, botar em prática é que não é muito.

Se estamos todos aqui juntos, IGUAIS – seja como grãos de areia, bolachas ou outra coisa qualquer – mas juntos e iguais… imagino que exista uma razão pra isso.

Consegue, daí, imaginar qual seja?

Qual é a sua teoria a respeito?

Daqui, tenho um palpite… baseado nesse espacinho da praia onde eu vivo como grão, e tudo que daqui consigo ver, sentir e experimentar:

VIEMOS CRESCER!

Viemos pra nos responsabilizar pelo que nos cabe fazer e viver como grãos ou bolachas.

O que eu posso fazer (como uma entre muitos) pra cuidar da minha vida, que fala de ser grão ou bolacha, mas que tem tantas ambições e desejos, e muitas delas tão “maiores” do que ser apenas um grão ou uma bolacha?

Meu bem!

Comece sendo e vivendo como um grão ou uma bolacha. Você não conseguirá experimentar nada além disso se não começar por aí. Entre muitas coisas, foi pra isso que você veio.

“Mas dá para ser mais?” Oohh se dá! A vida quer que sejamos.

Mas não dá pra começar pelo mais. O começo é o que há, o que é, o que está nesse pedaço da praia ou do pacote em que cada um de nós vive hoje.

Qual é a sua situação como grão ou bolacha nesse exato lugar e momento?

Daqui, do meu momento, estou caindo na real sobre o quanto eu estava gritando no meio da galera toda.  

Como assim medo de mim?

Diz aí: eu intimido você?

Já ouvi, mais de uma vez, que eu tenho cara de brava e que sentiam medo de mim.

Medo de mim? Como assim? Eu é que tenho medo dos outros!

Pois é… um sentimento que sempre me acompanhou foi a vergonha. Uma vergonha-medo de que chegassem perto e descobrissem o quanto sou insegura, o quanto sou “pequena”, o quanto não sei, o quanto não tenho.

Parece bobo ou exagero, mas é isso. Hoje é um sentimento bem mais ameno, mas na infância e adolescência virava um pimentão de tão vermelha, só de alguém vir me dar oi.

Sem me dar conta, essa vergonha e esse medo todo criaram um escudo tão forte que, de fato, conseguiu assustar e afastar as pessoas.

Mas sabe o mais louco? Outro medo, mais profundo, é o de ser abandonada e ficar só, por não ter valor/importância pra ninguém. E aí cria-se o paradoxo: quero ser aprovada, validada, incluída, então me esforço pra agradar, pra que cheguem perto, me vejam, gostem de mim e do que faço. Mas quando chegam e eu ganho atenção, o medo dispara a vergonha e ela dispara o escudo protetor. Vai que se decepcionem, me desaprovem e depois me deixem? Melhor nem deixar chegar, né!

E assim viramos nosso próprio algoz e entramos na famosa roda da auto sabotagem.

Alguém se identifica?

Ainda não me livrei da roda, mas tenho aprendido muito sobre como lidar com ela. O que mais tem me ajudado: primeiro, decidir olhar de perto essa roda de ciclos que insistem em se repetir (affff) e todas os sentimentos que vêm junto. Segundo, assimilar que nunca é sobre o outro ou a vida (ela só diz sim pra nós), e sempre sobre mim. As situações e pessoas que aparecem e “fazem” isso ou aquilo com a gente são só instrumentos atraídos pelo nosso próprio inconsciente e pela energia que emanamos, pra mostrar pra nós mesmos os medos/ traumas/ dificuldades que temos, com a única intenção de que isso seja compreendido e possa ser superado.

De tanto investigar e mergulhar nos meus processos, hoje consigo ajudar a investigar os seus também. As ferramentas que uso são a Astrologia e a Cosmologia Maia (tzolkin e sincronário das 13 luas), usadas pra construir seu mapa astral cósmico; também o tarot e, em breve, a terapia de Aurora Healing. Se sentir qu e posso te ajudar, chama pra conversar. Contato na bio.  

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