As invisíveis sincronias do universo e nós no meio delas

Hoje, pelo calendário gregoriano (instituído pelo Papa Gregório XIII em 1582), é 4 de junho, 3ª feira, 2019. Praticamente meio do ano. Outono aqui no hemisfério sul. Geralmente tempo de colheitas e abastecimentos. Guardar para prover o inverno. Podemos também chamar de hora da verdade: o esforço feito até aqui valeu à pena? O que foi plantado rendeu a colheita esperada? Teremos o suficiente para o inverno? Conseguiremos separar sementes boas o suficiente para o próximo plantio? Cíclica e metaforicamente: colher o que plantamos, diminuir o ritmo, reavaliar e desapegar do que já foi.

Pelo Sincronário Maia ou Calendário das 13 Luas (instrumento de medição de tempo diferente do calendário gregoriano, bem mais antigo e construído a partir dos ciclos naturais e padrões harmônicos de sincronização global), hoje é dia do Vento Magnético Branco. O começo de um grupo de 13 dias que formam um período especial dentro do sincronário – uma onda encantada – que transcorre com início, meio e fim. O 1º. dia sempre estabelece o propósito dos demais, e cada dia que segue tem a sua função no desenvolvimento desse propósito, também seu selo arquetípico e sua vibração específica. A onda do Vento acontece dentro de uma Lua Cristal (um mês de 28 dias, que começou há 6 dias atrás), que nos pede dedicação e cooperação com o todo (uma explicação suuuper breve, incompleta e simplificada; se você gostou e se interessou, aqui tem mais).

O Vento Branco representa a comunicação do espírito, a alma que fala com o todo. É a “força invisível presenciada apenas quando há o movimento… Quando estamos inspirados, o espírito se move por nós livremente. A forma como nos comunicamos molda as nossas realidades o os nossos relacionamentos. O Vento nos leva a entrar em comunhão com nosso exército espiritual individual e transmitir nossa inspiração  oculta para a dimensão física, comprtilhando nosso entusiamo e nossas revelações.”(www.tzolkin.com)

Paralelamente, pelas lentes da astrologia (não sou astróloga, mas adoro), estamos no 14º. dia de gêmeos, o que significa que o sol está transitando nesse signo – tempo da mente, da comunicação, do movimento e da dualidade. Ver gente, bater papo, viver em grupo, aprender, conhecer, vender, ter ideias, duvidar, mudar de ideia, fazer várias coisas ao mesmo tempo e talvez pirar. Hora de ir pra fora e encontrar o mundo (qualquer semelhança com o Vento aí em cima não é mera coincidência. Aliás, coincidências não existem).

Ontem – 2ª – 03 de junho – foi um dia que recebeu atenção especial de todos os entendidos no assunto. Além do Sol, também a lua entrou em gêmeos, em sua fase nova (isso acontece todo mês, no signo correspondente ao período). O que isso diz? Que durante todo esse ciclo lunar (até a próxima lua nova) essa energia geminiana está ainda mais forte e vai pegar todo mundo, sendo você geminiano(a) ou não. A onda encantada do Vento segue até o dia 16, ou seja, tempero extra no angu.

A lua nova é sempre o início de um novo ciclo lunar e traz consigo nosso “inverno” interior. É a fase-face mais escura. A que governa e movimenta de dentro. Tempo de recolhimento e introspecção, que vem depois de minguarmos em nosso “outono” pessoal. A fase nova é o momento de parar pra pensar, planejar e reabastecer. Limpar o terreno, renovar as energias, pra depois recomeçar os trabalhos. Sacudir a poeira e separar as novas sementes (as intenções mais profundas) que vamos plantar interna e externamente dali pra frente, intencionando que gerem frutos tão bons ou melhores na próxima colheita.

Também ontem, pelo Sincronário, foi dia do Dragão Cósmico Vermelho – útimo dia (13º.) da onda encantada da Lua Vermelha. O final de uma onda sempre fala de transcender, aprender a lição do que foi colhido e seguir adiante, mantendo-se no movimento natural da vida, mas subindo uma oitava na espiral evolutiva. O Dragão simboliza o nascimento, o início, a criação, a origem de tudo (é o primeiro dos 20 selos que integram o sincronário). Um fechamento que fala de (re)nascimento e criações, exatamente no dia da lua nova em gêmeos (só lembrando: coincidências não existem).

Os ventos geminianos (gêmeos é do elemento ar) que sopram dessa lua nova nos pedem grandes renovações. É hora de uma NOVA forma de se expressar/comunicar no mundo. É hora de abrir as janelas da mente e da vida pra renovar geral o ar que nos sustenta. Ouvir formas de pensar diferentes, receber novos conhecimentos e cogitar possibilidades ainda ignoradas. Deixemos que meias verdades e falácias, que só atravancam e causam problemas, se dissipem em vez de se espalharem e virarem furacões (fake news e sensacionalismos 100% incluídos). Precisamos de comunicação não violenta e não violadora. Mais do que hora de nos responsabilizarmos pelo que espalhamos aos 4 ventos. Queremos transparência e verdade? Precisamos cooperar pra isso.

O universo se comunica e dá as dicas. Seria tão mais fácil se aprendêssemos a entender.


Publicado por Lu Raimann Soares

{ Não deixar a vida pra depois! } Depois que decidi (levei 40 anos pra isso!) tenho me esforçado para manter algumas coisas presentes todos os dias: respirar fundo e com vontade, caminhar, meditar, me manter flexível (o corpo, a mente, a alma) e o mais leve que conseguir. Botar ordem no que for possível, fazer coisas que me inspiram - o que inclui usar minha imensa curiosidade sobre o mundo pra absorver tudo que eu puder - e agradecer por tudo e todos que me fazem uma pessoa FELIZ e um ser HUMANO MELHOR. O VIVER E CONTAR surgiu dessa decisão. Num momento da vida em que dobrei a esquina e decidi mudar de direção. Precisava viver. Sem todos os medos e aflições que sempre tive. Mas pra isso, precisava antes visitar lugares que nunca tinha ido antes. Lugares internos, profundos, de autoconhecimento. Lá, encontrei muitos espelhos, que me colocaram frente a frente com faces minhas que nem sabia que existiam. Algumas bem difíceis de ver, várias menosprezadas e outras bem surpreendentes. Muitos aprendizados vieram. E um tempo de reclusão e introspecção. Mas a vida não expande apenas para dentro. Ela vive para fora. Precisa fluir na direção do que faz crescer. As percepções e aprendizados precisavam sair e serem compartilhadas. E aqui estou. Hoje posso dizer que me reencontrei. E a principal reconexão foi com minha essência feminina, que tem ganhado voz de várias formas: na minha arte com linhas e bordados; no tarot, parceiro fiel na conexão com o grande invisível que existe em nós e no universo; nas vivências e encontros que tenho planos de promover com mulheres F*** que encontro pelo caminho. Viver e Contar é um plano simples. Um troca. Se você chegou aqui, sinta à vontade para participar. Vou adorar te conhecer.

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