Poder de menina

Se você veio menina é também mulher, mulherzinha, mulherão.

Lutamos por direitos iguais e liberdade. Queremos que (eles) reconheçam o nosso valor.

Será que nós o reconhecemos?

Nosso valor não está em sermos iguais a eles. Está justamente em sermos o oposto. Sermos fortes na suavidade, no amar, no cuidar – de nós mesmas e do outro. Em dar colo e abraçar. Nas emoções flutuantes, à flor da pele e profundamente empáticas.

Um afago, uma ajeitada, um grito, uma varrida, um beijo, um bolo.

Uma viagem, um negócio, um puxão de orelha, um casaco, uma bênção.

Assim CRIAMOS. De dentro.

Seja filho, seja projeto, seja chamego, ordem ou caos.

Sai de nós o que deixa belo e acolhe o mundo.

E também o que despreza e destrói.

Compreender esse poder é para todas. É mais que necessário. E ele já existe, não precisa ser reivindicado. Precisa ser redescoberto e exercido.

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