Nosso lugar nessa teia

SOMOS TODOS UM!

Uma frasezinha tão usada nos últimos tempos… De tão usada já tem ar de batida. Banal até. Mas isso não quer dizer que tenha perdido sua essência.

Acredito na profundidade do seu significado. Acho mesmo que estamos, de alguma forma, todos ligados. Conectados por uma grande teia invisível que sustenta essa nossa vida nesse planeta e no universo. Uma teia que nos une como SERes e energias. Animados e inanimados. Com forma e sem. Visíveis e invisíveis. Sagrados e profanos. Terrestres e estelares. Todos coexistindo e dependendo um do outro para viver em plenitude, mesmo ignorando – ou querendo ignorar – esse fato.

Uma teia tão fina, frágil e suscetível. À primeira vista, totalmente desacreditada de se manter por muito tempo. É que a nós, os humanos – pensantes e inteligentes – é difícil compreender essa força tão grande que há no vulnerável. E mais incompreensível ainda é o poder do que não vemos. Mesmo sabendo que está ali. Mesmo conseguindo, em algum nível, sentir.

Que tal então olhar um pouco mais de perto?

Essa teia só existe porque zilhões de pontos co-existem e se conectam. Um ao lado do outro. Um vendo ao outro. Um sentindo e tocando o outro. Cada um com o seu valor. Único. De um lugar individualizado que também é especial. O lugar de onde expressa seu SER (seu sentido de existir nessa vida). De onde estende suas mãos e toca o próximo. Recebe de quem está de um lado e passa adiante, a quem está do outro.

Essa teia, tão frágil vista de longe e tão profundamente capaz de se fortalecer, mantém-se viva a partir de movimentos tão simples quanto poderosos. Dar, receber, ver, reconhecer, sentir. Uma conexão gigante de infinitas possibilidades, que sustenta e retroalimenta a todos.

E você? Consegue perceber essa teia? Tem ideia de onde seja seu lugar dentro dela?

Publicado por Lu Raimann Soares

{ Não deixar a vida pra depois! } Depois que decidi (levei 40 anos pra isso!) tenho me esforçado para manter algumas coisas presentes todos os dias: respirar fundo e com vontade, caminhar, meditar, me manter flexível (o corpo, a mente, a alma) e o mais leve que conseguir. Botar ordem no que for possível, fazer coisas que me inspiram - o que inclui usar minha imensa curiosidade sobre o mundo pra absorver tudo que eu puder - e agradecer por tudo e todos que me fazem uma pessoa FELIZ e um ser HUMANO MELHOR. O VIVER E CONTAR surgiu dessa decisão. Num momento da vida em que dobrei a esquina e decidi mudar de direção. Precisava viver. Sem todos os medos e aflições que sempre tive. Mas pra isso, precisava antes visitar lugares que nunca tinha ido antes. Lugares internos, profundos, de autoconhecimento. Lá, encontrei muitos espelhos, que me colocaram frente a frente com faces minhas que nem sabia que existiam. Algumas bem difíceis de ver, várias menosprezadas e outras bem surpreendentes. Muitos aprendizados vieram. E um tempo de reclusão e introspecção. Mas a vida não expande apenas para dentro. Ela vive para fora. Precisa fluir na direção do que faz crescer. As percepções e aprendizados precisavam sair e serem compartilhadas. E aqui estou. Hoje posso dizer que me reencontrei. E a principal reconexão foi com minha essência feminina, que tem ganhado voz de várias formas: na minha arte com linhas e bordados; no tarot, parceiro fiel na conexão com o grande invisível que existe em nós e no universo; nas vivências e encontros que tenho planos de promover com mulheres F*** que encontro pelo caminho. Viver e Contar é um plano simples. Um troca. Se você chegou aqui, sinta à vontade para participar. Vou adorar te conhecer.

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